quando me lembro daquela conversa cheia de curiosidade sobre as desgraças passadas e oiço ecoando aquelas gargalhadas a cair sobre os pratos penso que
já conheci ladrõezecos e pessoas cheias de inveja, individualistas egoístas e pessoas que não resistem ao consumo ou aos modelos de lar e família do capitalismo, gente que chupa sempre o pouco que pode do sangue alheio, que se encosta, que passa à frente, manipuladores de linguagem e de massas
mas de facto
nunca tinha conhecido ninguém tão dissimulado e maléfico
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